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Formações

Formação:Auditoria Operacional: Auditar Investimentos Corporativos em Projetos Sociais
Data: 2017-11-02
Hora: 9:00

Formação:Auditoria Operacional: Auditar Investimentos Corporativos em Projetos Sociais   CPE: 8

Formador: Joaquim Leite Pinheiro Mestre em Economia Social; autor do livro “Auditoria Interna – Auditoria Operacional – Manual para Auditores Internos – 3ª Edição Rei dos Livros (2014)”; Ex-Diretor da Auditoria Operacional e de Sistemas de Informação da PT Comunicações; Formador Certificado (CCP); Membro da Direção do IPAI e Diretor da Revista Auditoria Interna; Pós-graduação em Auditoria Financeira; Bacharelato em Contabilidade e Administração.

Data de realização: quinta-feira, 2 de novembro de 2017  8 Horas

Local da formação: LISBOA    MORADA:  A.I.P. – Associação Industrial Portuguesa- Praça das Indústrias, 1301 - 918 Lisboa (ACESSOS CARRIS: 756 | 201 | 714 | 727 | 732 | 751 | 15E)         ESTACIONAMENTO GRATUITO  Telefone IPAI    213151002 | 915168117

HORÁRIO: 9:00-13:00; 14:00-18:00

OBJETIVOS No final da ação, o formando deverá: Perceber as ferramentas de controlo dos investimentos sociais: London Benchmark Group Model (LBG Model) e Social Return on Investment (SROI); Conhecer os principais requisitos do LBG Model; Conhecer os principais requisitos do SROI; Perceber e reconhecer as principais fases dos modelos descrito; Identificar os principais riscos e controlos associados a investimentos socias realizados por empresas sem fins lucrativos; Elaborar um programa de trabalho de auditoria a projetos de investimentos sociais; Saber elaborar o relatório de uma ação de auditoria a investimentos sociais; Identificar a forma de elaborar relatórios de auditoria relacionados com projetos de investimentos sociais; Conhecer os principais requisitos na elaboração de relatórios de auditoria: normas Global Report Iniciative (GRI).

CONTEÚDOS: 1..Introdução: conceito de mecenato, filantropia, 2. Ferramenta London Benchmark Group Model (LBG Model), 3. Ferramenta Social Return on Investment (SROI), 4. Principais fases comuns aos dois modelos, 5. Outras ferramentas de controlo dos investimentos sociais, 6. Conceito de valor partilhado - Porter e Kramer, 7. Riscos e controlos associados a investimentos socias realizados por empresas sem fins lucrativos, 8. Programa de trabalho de auditoria a projetos de investimentos socias, 9. Q&A, 10. Programa de trabalho de auditoria a projetos de investimentos socias Relatórios de auditoria relacionados com projetos de investimentos sociais; 11. Requisitos na elaboração de relatórios de auditoria: normas Global Report Iniciative (GRI); 12. Check list de tarefas da ferramenta SROI; 13. Apuramento do rácio SROI; 14. Caso prático de investimento social e apuramento de indicadores; 15. Divulgação da atividade aos stakeholders; 16. Empresas portuguesas que utilizam a ferramenta LBG; 17. Q&A




GESTÃO DO TEMPO E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO
Data: 2017-11-02
Hora: 9:00
Local: LISBOA

1º DIA
GESTÃO DO TEMPO E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO
Formação: 14
FORMADOR: Filipa Oliveira Licenciada em Psicologia Social e das Organizações (ISCTE).
Participou no Programa Avançado para Executivos em Gestão de Recursos Humanos (Universidade Católica). Foi
consultora e formadora na CEGOC, Departamento de Formação Comercial – Marketing e Vendas. Foi formadora
na Forcerebrus, consultora na Deloitte (área de Consultoria de Human Capital) e consultora da TMI - Trade
Medical Institute Portugal. Foi responsável da área de formação da PKF e, atualmente, Managing Partner da Time
Place Consulting. Está certificada como CPC (Certified Practitioner Coach) e como utilizadora do questionário
DISC. Frequentou a certificação internacional em PNL (Programação Neuro Linguística).
DATA DE REALIZAÇÃO: quinta-feira, 2 de novembro de 2017 a sexta-feira, 3 de novembro de 2017- 14
Horas
LOCAL DA FORMAÇÃO: LISBOA MORADA: A.I.P. – Associação Industrial Portuguesa- Praça das Indústrias,
1301 - 918 Lisboa (ACESSOS CARRIS: 756 | 201 | 714 | 727 | 732 | 751 | 15E) ESTACIONAMENTO GRATUITO
Telefone IPAI 213151002 | 915168117
HORÁRIO: 9:00-13:00; 14:00-17:00
OBJETIVOS No final da ação, o formando deverá: Saber direcionar o comportamento para resultados mais eficazes,
mantendo uma visão geral e uma estratégia definida; Reforçar a noção de que é mais importante qualidade de tempo do que
quantidade de tempo antes, durante e após o processo de auditoria interna; Estar sensibilizado para a melhoria da
concretização de planos e estratégias de acordo com os recursos disponíveis; Reconhecer situações de conflito e de ineficácia
devido à gestão desajustada do tempo e das equipas e definir planos de melhoria; Estruturar planos de ação após o
conhecimento do perfil do DiSC, quer na realização das tarefas, como na interação com os restantes intervenientes da
auditoria interna e da organização.
Nota: Na comunicação interpessoal é muito importante conhecer o seu próprio perfil e identificar o dos interlocutores
(colaboradores e auditados). Neste sentido será solicitado o preenchimento do questionário DiSC, para quem não o tenha
feito no período anterior a 9 meses, que assenta num modelo que é utilizado de forma transversal nas diferentes formações
comportamentais.
CONTEÚDOS: 1– A gestão de tempo e a auditoria interna na atualidade; 2 – A organização e o planeamento em auditoria
interna; 3 – O conhecimento do cérebro como recurso eficaz para atingir resultados; 4- Delegação: ferramenta importante
em auditoria interna.





Novembro  2017
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